No fórum de Davos, eles falaram sobre a criação de um “metaverso” global

MOSCOU, 17 de janeiro – RIA Novosti. Reunindo a elite mundial, o Fórum Econômico Mundial em Davos decidiu criar um “metaverso” global que será estritamente controlado e trará às corporações globais um trilhão de dólares até 2025, de acordo com declarações em uma coletiva de imprensa em Davos.
O termo “metaverso” (metaverso) foi cunhado pelo magnata da mídia americana Mark Zuckerberg, de onde tirou o novo nome de sua empresa Meta*. A Rússia e sua delegação não participam do fórum atual, na primavera do ano passado, o fórum congelou as relações com representantes da Federação Russa em conexão com os eventos na Ucrânia.

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Como afirmou em conferência de imprensa o fundador do Fórum Económico Mundial, Klaus Schwab, estamos a falar de uma “aldeia global de colaboração”, que supostamente para o “bem público” aproxima a utilização do “metauniverso” criado. Embora tal vila seja considerada “global”, o projeto do metaverso será liderado por empresas americanas – a Microsoft e a consultoria Accenture.
“Estamos entusiasmados em criar uma aldeia global em parceria com a Accenture e a Microsoft, mas por trás disso está um consórcio de parceiros da aldeia, composto por mais de 80 empresas, organizações internacionais, FMI, OMC, PNUD, bem como ONGs, instituições acadêmicas instituições”, disse Schwab.
A CEO da Accenture, Julie Teresa Sweet, avaliou as empresas do setor privado no Metaverso em US$ 1 trilhão até 2025. O empresário defende que “o metaverso é bem-sucedido porque tem dois objetivos – atender às necessidades humanas e criar algo que não existe hoje – a interação do mundo digital e virtual”.
O presidente da Microsoft, Bradford Lee Smith, descreveu o “Metaverse” como uma “aldeia sem fronteiras” mundial. A Microsoft, diz ele, está construindo uma plataforma digital que as pessoas podem acessar por meio de uma variedade de dispositivos, seja uma tela de laptop ou óculos 3D.
Nesse caso, o sistema e todas as atividades nele serão totalmente controladas. Segundo Schwab, um dos sócios da “aldeia” é a Interpol. “Já estamos trabalhando com as autoridades relevantes para garantir que o sistema seja o mais seguro possível e, em segundo lugar, trabalharemos por meio do sistema do governo para garantir de forma independente que o sistema não tenha sofrido abusos”, disse Schwab. Com um recorde de 2.700 participantes, o Fórum de Davos deve acelerar os esforços para criar uma nova ordem mundial.
* A atividade da Meta (redes sociais Facebook e Instagram) é proibida na Rússia como extremista.

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Conteúdo traduzido por RJ983

Agência RIA Novosti – Verificado

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