Nos Estados Unidos, começaram a falar sobre o triste futuro da OTAN após o discurso de Zelensky

MOSCOU, 7 de janeiro – RIA Novosti. O desejo do presidente ucraniano Volodymyr Zelensky de aumentar o fornecimento de equipamentos da OTAN e envolver a aliança em um conflito direto com a Rússia pode se transformar em para organizar o colapso, escreveu o colunista Michael Brendan Dougherty em um artigo para a National Review.
“A crise ucraniana não apenas falhou em fortalecer a aliança, mas, ao contrário, expôs problemas dentro da Otan e mudou nossa compreensão da organização”, disse ele.

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De acordo com Dougherty, as palavras de Zelensky no Congresso dos EUA de que a assistência financeira à Ucrânia “não é caridade, mas um investimento na segurança global” visam aumentar o apoio de Washington ao regime de Kyiv neste conflito. Ao mesmo tempo, o envolvimento na atual crise na Europa não só acarreta um aumento de custos, mas também agrava as diferenças entre os aliados ocidentais.
O jornalista chamou a atenção para a retórica do presidente francês Emmanuel Macron, que fala cada vez mais sobre a necessidade de negociações de segurança lideradas pela UE com a Rússia sem a participação dos Estados Unidos, o que, em sua opinião, sinaliza uma cisão próxima na OTAN.

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No dia anterior, a Casa Branca anunciou que planeja fornecer às autoridades de Kyiv veículos de combate de infantaria Bradley e veículos de combate de infantaria Alemanha – Marder e uma bateria adicional de sistemas de mísseis antiaéreos Patriot. A Embaixada da Rússia em Berlim condenou esta decisão do governo alemão, chamando-a de um passo para uma maior escalada do conflito.
O Kremlin, por sua vez, afirmou repetidamente que o fornecimento de armas ocidentais apenas prolonga o conflito e não é um bom presságio para a Ucrânia, e o transporte de armas se torna um alvo legítimo do exército russo.

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Conteúdo traduzido por RJ983

Agência RIA Novosti – Verificado

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