Embaixador russo nos EUA: Washington não quer solução política do conflito na Ucrânia

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Mais cedo, o Departamento de Defesa norte-americano disse que o governo Biden anunciará outro pacote de assistência militar à Ucrânia nesta sexta-feira (6), que incluirá veículos de combate Bradley. A expectativa é de que o pacote incluirá US$ 3 bilhões (cerca de R$ 16 bilhões) em equipamentos militares.
“Esse passo [a entrega de veículos de combate Bradley] vem como uma confirmação de que nossos interlocutores nos EUA nem sequer tentaram ouvir nossos inúmeros apelos para levar em conta as possíveis consequências de um curso tão perigoso tomado por Washington”, disse Antonov a jornalistas.
O diplomata russo acrescentou: “[…] ninguém deve ter dúvidas sobre quem é responsável por prolongar este conflito. Todas as ações da administração [dos EUA] indicam a falta de qualquer desejo de uma solução política”.

© AP Photo / Baderkhan AhmadVeículo de combate Bradley conduzido por militares dos EUA durante exercícios com as Forças Democráticas da Síria (SDF, na sigla em inglês) em Deiz ez-Zor, Síria, 8 de dezembro de 2021

Veículo de combate Bradley conduzido por militares dos EUA durante exercícios com as Forças Democráticas da Síria (SDF, na sigla em inglês) em Deiz ez-Zor, Síria, 8 de dezembro de 2021
Para Antonov, qualquer conversa sobre uma “natureza defensiva” de armas que os países ocidentais fornecem a Kiev há muito tempo se tornou “absurda”, acrescentando que “está finalmente se tornando claro para toda a comunidade internacional que em 2014 os EUA desencadearam uma verdadeira guerra por procuração contra a Rússia, apoiando criminosos nazistas em Kiev”.
“As ações da administração [dos EUA] estimulam os radicais ucranianos a prosseguir com seus atos terríveis. A cada transferência consecutiva de armas, seu sentimento de impunidade se fortalece”, disse.
O embaixador salientou que o Ocidente começou a “enfraquecer propositadamente a Rússia”sob a liderança dos EUA muito antes do início da operação militar especial da Rússia na Ucrânia, recordando as declarações feitas pela ex-chanceler alemã Angela Merkel e pelo ex-presidente francês François Hollande.
Em dezembro, Merkel disse ao jornal alemão Zeit que o acordo de Minsk de 2014 “era uma tentativa de dar tempo extra à Ucrânia”. Na ocasião, a ex-chanceler disse que duvidava que os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) pudessem ter feito tanto na época como estavam fazendo agora para ajudar a Ucrânia.

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CMIO confirmou esta notícia. Fonte;

Via Sputnik News- IMG Autor

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