Inflação na França permanece em alta histórica – relatório – CMIO

Os preços ao consumidor de novembro na segunda maior economia da UE aumentaram 7,1% em relação ao ano anterior, mostram estatísticas oficiais

A economia francesa continuou prejudicada pela inflação recorde em novembro, desafiando as expectativas dos economistas, informou o Instituto Nacional de Estatística e Pesquisa Econômica (Insee) na quarta-feira.

De acordo com suas estimativas preliminares, os preços ao consumidor subiram 7,1% em relação ao ano anterior, igualando o aumento de outubro. Analistas consultados pela Bloomberg previam um aumento de 7%.

O relatório sugeriu que o preço dos alimentos (excluindo produtos frescos) e bens manufaturados, bem como serviços, acelerou em novembro. O preço dos serviços subiu 3% no ano, um pouco abaixo dos 3,1% verificados em outubro.

“Apesar da queda dos descontos nos combustíveis, o preço da energia deve desacelerar ligeiramente em novembro, notadamente ligado ao menor dinamismo dos preços dos derivados de petróleo”, disse. disse Insee.

O ministro das Finanças da França, Bruno Le Maire, disse no mês passado que a principal prioridade econômica do país era reduzir os preços da energia e aumentar a inflação.

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O relatório de Insee segue leituras de inflação mais suaves publicadas na terça-feira para a Alemanha, Espanha e Bélgica. A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse esta semana que seria “surpreso” se a inflação na zona do euro tivesse atingido o pico. Lagarde disse que havia “muita incerteza” para prever se a inflação, que atingiu o recorde de 10,6% em termos anuais em outubro, cairia em breve no bloco de 19 países que usam o euro como moeda.

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