EUA e OTAN diretamente envolvidos no conflito na Ucrânia – Lavrov – CMIO

Washington não apenas fornece armas a Kiev, mas também treina suas tropas, diz ministro das Relações Exteriores da Rússia

Os EUA e a OTAN estão participando diretamente do conflito em andamento na Ucrânia, disse o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, em entrevista coletiva na quinta-feira, acusando o Ocidente de tentar destruir completamente a Rússia.

Lavrov apontou que Washington e seus aliados anunciaram essencialmente ao público que não estão apenas buscando a derrota da Rússia no campo de batalha, mas a querem. “totalmente destruído como jogador.” Há até alguma discussão sobre como eles poderiam dividir os territórios russos entre si, acrescentou o diplomata.

“Não diga que os EUA e a OTAN não estão participando desta guerra. Você está diretamente envolvido”, Lavrov afirmou, observando que o Ocidente não está apenas fornecendo armas a Kiev, cujo único objetivo é matar os russos, mas também está treinando ativamente os militares ucranianos no Reino Unido, Alemanha e Itália.

Ele acrescentou que, além de um número significativo de mercenários, há também um número cada vez maior de instrutores ocidentais que estão trabalhando diretamente no solo na Ucrânia e estão mostrando às tropas como disparar o “bugigangas” que estão sendo fornecidos ao país.


EUA avaliam reforço de treinamento para tropas ucranianas – CNN

De acordo com uma reportagem da CNN, o governo Biden está atualmente considerando uma expansão dramática do treinamento que os militares dos EUA fornecem a Kiev. O plano pode incluir instruir até 2.500 soldados ucranianos por mês em uma base na Alemanha, afirmou o canal, citando várias autoridades americanas.

Washington já comprometeu cerca de US$ 20 bilhões em assistência de segurança a Kiev desde o início do conflito no final de fevereiro.

No mês passado, Moscou convocou o embaixador britânico na Rússia por alegações de que o Reino Unido havia fornecido treinamento às forças ucranianas que atacaram a frota russa do Mar Negro na Crimeia no final de outubro. O Ministério da Defesa britânico, no entanto, negou as acusações.

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