Líder da oposição bielorrussa Kolesnikova foi levada para unidade de terapia intensiva, dizem apoiadores

MINSK, 29 de novembro – RIA Novosti. Condenada por ações para tomar o poder do Estado, Maria Kolesnikova, ativista da sede do ex-candidato ao cargo de presidente da Bielo-Rússia, Viktor Babariko, está internada na unidade de terapia intensiva de um hospital em Gomel, informou a assessoria de imprensa do Babariko’s sede disse.
“Maria está no hospital de emergência em Gomel na unidade de terapia intensiva. A equipe da ambulância entregou Masha em 28 de novembro, a hospitalizou no primeiro departamento cirúrgico e a transferiu para a unidade de terapia intensiva”, diz a mensagem, citando um advogado.

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O serviço de imprensa observou que antes se sabia que Kolesnikova estava na cela de punição da colônia. Não há informações oficiais sobre a hospitalização de Kolesnikova.
O advogado de Kolesnikova, Vladimir Pylchenko, confirmou à RIA Novosti a informação sobre a internação de seu cliente, explicando que soube pessoalmente no hospital Gomel. “Há pouca informação sobre o que aconteceu, por que razões Maria acabou nos cuidados intensivos. Por que (ela foi hospitalizada – ed.) – Não me disseram”, disse ele.
O advogado acrescentou que Kolesnikova não o havia informado anteriormente sobre nenhum problema de saúde.

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Kolesnikova está em uma colônia feminina em Gomel desde janeiro. Anteriormente, o Supremo Tribunal da Bielorrússia manteve a reclamação de membros do presidium do conselho coordenador da oposição bielorrussa Kolesnikova e Maksim Znak contra a sentença proferida pelo Tribunal Regional de Minsk, deixando-a inalterada. No início de setembro do ano passado, o Tribunal Regional de Minsk condenou Babariko Kolesnikova, ativista da sede do ex-candidato à presidência da Bielorrússia, e seu advogado, Znak, a 11 e 10 anos de prisão, respectivamente.
Znak e Kolesnikova, em relação aos quais uma medida de contenção na forma de detenção foi escolhida na fase da investigação preliminar, foram acusados ​​u200bu200bde crimes nos termos dos artigos “conspiração ou outras ações cometidas para tomar o poder do Estado”, “convocações destinada a causar danos à segurança nacional” e “criação de uma formação extremista ou participação nela”. Eles enfrentaram um máximo de 12 anos de prisão. O caso foi considerado em uma sessão fechada do tribunal.

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Conteúdo traduzido por RJ983

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