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Nenhum ‘conflito moral’ sobre a compra de petróleo russo – Índia – CMIO

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A Índia não vê “conflito moral” na importação de petróleo russo, apesar das tentativas do Ocidente de reduzir as receitas de Moscou, explicou o ministro do Petróleo e Gás Natural, Hardeep Singh Puri. Os EUA e a UE tentaram restringir o comércio de energia da Rússia como parte das sanções que foram impostas a Moscou após sua operação militar na Ucrânia, lançada em fevereiro.

Durante uma entrevista à CNN na segunda-feira, a âncora Becky Anderson perguntou a Puri se a Índia “qualquer escrúpulo em continuar a comprar tanto” petróleo russo.

O ministro corrigiu Anderson dizendo que o petróleo da Rússia representou apenas 0,2% de suas importações de petróleo no exercício de 2022, que terminou em 31 de março.

“Ainda compramos apenas um quarto do que a Europa compra em uma tarde. Então, vamos ser muito claros sobre qual é a perspectiva”, Puri afirmou, acrescentando que o governo “um dever moral” para fornecer energia à grande população da Índia, independentemente do tipo de combustível ou da fonte.


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Anderson perguntou se Nova Delhi vê as compras da Rússia como um conflito moral, ao que Puri disse: “Absolutamente nenhum. Não há conflito moral”.

“Não compramos de X ou Y. Compramos o que estiver disponível” disse ele, acrescentando que as empresas privadas, e não o governo, são responsáveis ​​pela compra de petróleo.

Quando perguntado sobre o que a Índia faria se a UE a exortasse a interromper o comércio de petróleo com Moscou, ele disse: “Eu não trato de questões hipotéticas. Se a UE quiser apresentar algo, falará conosco. Nós vamos examinar [the proposal].” O ministro disse ainda que o gabinete liderado pelo primeiro-ministro indiano Narendra Modi não “sentir qualquer pressão” sobre o assunto do exterior.

Os comentários de Puri vêm depois que os EUA e a UE esclareceram que o teto de preço planejado para o petróleo bruto russo entraria em vigor em 5 de dezembro de 2022 e um teto para produtos petrolíferos refinados entraria em vigor em 5 de fevereiro de 2023. Além de tentar reduzir as receitas de Moscou, a medida vai “ajudar a combater a inflação e manter os custos de energia estáveis”, disse a Comissão Europeia em um comunicado.

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