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Curva de rendimento sugere recessão iminente nos EUA — CMIO

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Um indicador importante do mercado de títulos está piscando em vermelho, de acordo com o Wall Street Journal

O spread entre os rendimentos da nota do Tesouro dos EUA de três meses e a nota de referência de 10 anos começou a ficar negativo esta semana, sinalizando riscos de recessão de curto prazo, informou o Wall Street Journal.

De acordo com a publicação desta quarta-feira, o spread entre as taxas se inverteu várias vezes desde o pregão de terça-feira. Terminou a sessão de quarta-feira abaixo de zero pela primeira vez desde 2 de março de 2020, durante o início da pandemia de coronavírus. Na quinta-feira, o spread encerrou o pregão em menos 11 pontos base, o nível mais negativo desde 28 de fevereiro de 2020.

O indicador da curva de rendimentos do Tesouro dos EUA tem um dos melhores históricos na previsão de recessões em uma série de variáveis ​​econômicas. Ele chamou com sucesso todas as recessões nas últimas décadas sem nenhum alarme falso. “As inversões precederam a crise financeira de 2008 e o crash do Covid-19, e não são vistas desde março de 2020”. escreveu o WSJ.

Até agora, quem duvidava dos apelos da recessão vinha apontando para esse spread, que conseguiu se manter positivo grande parte deste ano.

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Enquanto isso, um número crescente de importantes investidores, executivos e analistas vem soando o alarme sobre o que está reservado para a economia dos EUA. Muitos deles estimam que há uma boa chance de uma recessão econômica nos próximos 12 a 18 meses, já que a inflação crescente continua sendo um problema persistente para a economia.

A pesquisa deste mês com economistas do WSJ também encontrou uma probabilidade de 63% de recessão dentro do ano, apontando para os aumentos das taxas de juros do Federal Reserve, que vieram rápidos e acentuados após anos sem atividade. Mais da metade dos entrevistados sugeriu que o banco central continuaria aumentando as taxas além do que era saudável, eventualmente desestabilizando a economia.

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