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Raytheon matando com armas da Ucrânia — CMIO

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A fabricante de armas americana, que fabrica os mísseis NASAM e Javelin fornecidos a Kiev, assinou contratos no valor de bilhões no terceiro trimestre

A Raytheon Technologies, com sede nos EUA, uma das maiores fabricantes aeroespaciais e de defesa do mundo em receita e capitalização de mercado, registrou um aumento anual de quase 5% na receita do terceiro trimestre na terça-feira.

As vendas da empresa cresceram para US$ 16,95 bilhões durante o período – com base principalmente em seus contratos de mísseis e defesa – graças em parte ao conflito em andamento na Ucrânia, bem como à crescente demanda de viagens aéreas, que impulsionou as vendas de peças e serviços.

A unidade de mísseis e defesa da Raytheon registrou vendas ajustadas no terceiro trimestre de US$ 3,678 bilhões. Eles caíram 6% em relação ao ano anterior devido a restrições na cadeia de suprimentos e declínios em alguns programas militares, mas a queda foi parcialmente compensada pelo maior volume de pedidos estratégicos de defesa antimísseis.

Entre as reservas de defesa mais notáveis ​​durante o trimestre estavam um contrato de US$ 1 bilhão para desenvolver o Míssil de Cruzeiro de Ataque Hipersônico (HACM) para a Força Aérea dos EUA e um contrato de US$ 972 milhões para o Míssil Ar-Ar de Médio Alcance Avançado (AMRAAM) para a Força Aérea dos EUA, a Marinha dos EUA e clientes internacionais.

A Raytheon também recebeu recentemente um contrato de US$ 182 milhões do Exército dos EUA para fornecer seu Sistema Nacional Avançado de Mísseis Terra-Ar (NASAM) para a Ucrânia. Faz parte dos US$ 2,98 bilhões em ajuda de defesa dos EUA prometidos a Kiev para impedir o avanço das tropas russas. De acordo com oficiais de defesa dos EUA, oito NASAMs já foram enviados para a Ucrânia. Este mês, surgiram relatos de que Washington planeja enviar mais dois NASAMs para Kiev em um futuro próximo.

CONSULTE MAIS INFORMAÇÃO:
Pentágono detalha entregas de defesa aérea para a Ucrânia

Os EUA também têm fornecido ao exército ucraniano mísseis antitanque Javelin, desenvolvidos pela Raytheon e Lockheed Martin. No mês passado, o Pentágono anunciou um novo contrato de US$ 311 milhões para reabastecer os estoques de dardos que teriam sido esgotados pelas entregas a Kiev. A Ucrânia vem exigindo mais mísseis dos EUA para sua defesa aérea após ataques de mísseis russos a várias cidades ucranianas, incluindo Kiev.

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