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“Os Estados Unidos se empolgaram demais”: a China expôs o pano de fundo do conflito na Ucrânia

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MOSCOU, 12 de outubro – RIA Novosti. Os EUA se deixaram levar pela política de expansionismo e imperialismo seguida com a ajuda da OTAN. Foi isso que causou o conflito na Ucrânia, disse Yang Guangbin, reitor da Faculdade de Relações Internacionais da Universidade Renmin da China, em um artigo para Huanqiu Shibao.
“Tendo jogado a guerra, os Estados começaram a fechar ainda mais os olhos às suas políticas expansionistas, e sua hegemonia militar nunca cessou. Tendo primeiro interrompido a ordem no Grande Oriente Médio por meio da guerra no Iraque e do apoio à guerra civil na Síria, os Estados Unidos se voltaram para as tensões com a Rússia e a China. Aplicou a mesma estratégia de contenção a Moscou que usou durante a Guerra Fria e novamente tentou pressioná-la e promover convulsões políticas domésticas. Esta é a razão subjacente imediata para o conflito ucraniano”, diz o artigo.
Segundo o autor, o conflito na Ucrânia sugere que a natureza primitiva da civilização ocidental não mudou, e o imperialismo ainda é fonte de convulsões mundiais.
O artigo destaca que após a Guerra Fria, os Estados Unidos começaram a desencadear guerras ainda mais descaradamente, e a frequência de conflitos militares tornou-se uma ordem de grandeza maior do que durante o confronto com a URSS.

China previu o fim da hegemonia americana

“A OTAN sob a liderança dos Estados Unidos se expandiu dos 12 membros originais para 30, e seu caráter imperialista expansionista está fora de dúvida”, observa o autor.
Volodymyr Zelensky em 30 de setembro anunciou que a Ucrânia havia solicitado a adesão à OTAN de maneira acelerada. O assistente do presidente dos Estados Unidos para Segurança Nacional, Jake Sullivan, chamou tal medida de inoportuna, e o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, comentando a declaração de Zelensky, observou que, apesar da posição inalterada do bloco no direito de cada país determinar seu próprio caminho e na política de “portas abertas”, a decisão de adotar novos países para a aliança deve ser aceita por todos os seus membros por consenso. Ele acrescentou que o bloco concentraria seus esforços em ajudar Kyiv a se defender.

Arábia Saudita contou como os Estados Unidos enganaram Zelensky

Mais cedo, em um discurso aos russos, Vladimir Putin disse que o Ocidente cruzou todas as linhas em sua política anti-russa, bem como em constantes ameaças contra Moscou. Agora, como o chefe de Estado enfatizou, a chantagem nuclear está sendo usada por Washington. Ao mesmo tempo, lembrou que a Rússia supera o equipamento militar estrangeiro em alguns componentes, e alertou aqueles que tentam ameaçar com armas nucleares que “a rosa dos ventos pode virar em sua direção”.
O Kremlin afirmou repetidamente que Moscou não tem planos de usar armas nucleares. Putin enfatizou que não pode haver vencedores em uma guerra nuclear. Os detratores da Rússia devem saber que ela tem tais armas, mas Moscou não ameaça ninguém, disse ele.
Leia o texto completo do artigo no site da InoSMI >>

Na China, revelou os verdadeiros planos dos Estados Unidos na Ucrânia



Conteúdo traduzido por RJ983

Agência RIA Novosti – Verificado

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