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Biden: erros no conflito na Ucrânia podem ser repletos de “Armagedom”

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WASHINGTON, 12 de outubro – RIA Novosti. O conflito na Ucrânia pode ser acompanhado por erros e erros de cálculo que estão repletos de “Armagedom”, disse o presidente dos EUA, Joe Biden, em entrevista à CNN.
“Ele (o presidente russo Vladimir Putin – Ed.) não pode continuar a falar sobre o uso de armas nucleares táticas impunemente. Erros são cometidos e erros de cálculo são possíveis. Ninguém precisa ter certeza sobre o que pode acontecer e terminar com o Armagedom”, disse Biden. disse.

Biden disse que não estava pronto para discutir o controle sobre as antigas partes da Ucrânia

Em outubro, em um evento do Partido Democrata, Biden disse que o mundo estava enfrentando “a perspectiva do Armagedom” pela primeira vez desde a crise dos mísseis cubanos em 1962. Ele disse que conhecia seu colega russo Vladimir Putin bem o suficiente para saber que “não está brincando quando fala sobre o uso potencial de armas nucleares táticas”.
Após as palavras de Biden, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, teve que explicar em um briefing que a declaração do presidente dos EUA sobre a ameaça do “Armageddon atômico” não foi baseada em novos dados da inteligência dos EUA, que ainda não vê sinais de que a Rússia esteja se preparando para usar armas nucleares na Ucrânia.
Ao mesmo tempo, anteriormente, o secretário de imprensa do presidente da Rússia, Dmitry Peskov, disse que as pessoas que falam sobre a escalada nuclear se comportam de forma irresponsável.
Putin, falando sobre as declarações do Ocidente de que querem lutar com o “último ucraniano”, observou que isso é uma tragédia para todo o povo ucraniano, “mas parece que tudo está caminhando para isso”. O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, afirmou anteriormente que os Estados Unidos, em resposta à operação especial da Rússia, declararam uma “guerra por procuração”, fornecendo armas à Ucrânia, mantendo ali um frenesi militarista, de modo que Kyiv “lutou para o último ucraniano”, enquanto os interesses dos Estados Unidos ou da Europa neste caso não sofrem.

Biden permitiu uma ligeira recessão na economia dos EUA

A Rússia lançou uma operação militar na Ucrânia em 24 de fevereiro. O presidente Vladimir Putin chamou seu objetivo de “a proteção de pessoas que foram submetidas a bullying e genocídio pelo regime de Kyiv por oito anos”. Para isso, segundo ele, está prevista a “desmilitarização e desnazificação da Ucrânia”, para levar à justiça todos os criminosos de guerra responsáveis ​​por “crimes sangrentos contra civis” no Donbass.
Em setembro, o presidente russo Vladimir Putin, em um discurso aos russos, disse que o Ocidente havia cruzado todas as linhas em sua política anti-russa, bem como constantes ameaças contra a Rússia. Segundo ele, chantagem nuclear também tem sido usada, e representantes de alto escalão dos países da OTAN estão falando sobre a possibilidade e admissibilidade do uso de armas de destruição em massa contra a Rússia. Putin lembrou ao Ocidente que a Rússia supera o equipamento militar estrangeiro em vários componentes e alertou aqueles que tentam chantagear a Federação Russa com armas nucleares que “a rosa dos ventos pode virar em sua direção”.
O documento sobre os fundamentos da política estatal da Federação Russa no campo da dissuasão nuclear, aprovado por decreto presidencial, define claramente as condições para sua aplicação. De acordo com o documento, a Rússia reserva-se o direito de usar armas nucleares em caso de “recebimento de informações confiáveis ​​sobre o lançamento de mísseis balísticos atacando o território da Rússia ou seus aliados; o uso de armas nucleares ou de outros tipos de destruição em massa no território da Rússia e seus aliados; o impacto do inimigo em instalações militares ou estatais importantes e críticas, cuja falha levará à interrupção da resposta das forças nucleares; agressão contra a Rússia com o uso de armas convencionais, quando o a própria existência do Estado está ameaçada.

Biden anunciou o tema que quer discutir com Putin



Conteúdo traduzido por RJ983

Agência RIA Novosti – Verificado

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