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Suíça resiste à entrega de ativos russos à Ucrânia — CMIO

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O país não confiscará propriedades congeladas para apoiar a Ucrânia, disse o Ministério da Economia

A Suíça não apóia o pedido do presidente ucraniano, Vladimir Zelensky, de entregar ativos russos congelados a Kiev, disse um porta-voz do Departamento Federal Suíço de Assuntos Econômicos, Educação e Pesquisa, Fabian Maienfisch, à RIA Novosti na segunda-feira.

“Para o governo suíço, o confisco de ativos apenas com base em pertencer a um estado ou ser incluído na lista de sanções e usá-los para reconstruir a Ucrânia atualmente não é uma opção de mostrar apoio à Ucrânia”, disse. disse Maienfisch.

As observações vêm depois que Zelensky pediu à Suíça na semana passada que bloqueasse os ativos russos e os transferisse para a Ucrânia.

Esta não é a primeira vez que Kiev exige que os ativos de russos ricos e as reservas do Banco Central do país – que foram congeladas como parte das sanções ocidentais – sejam confiscadas. Em maio, dirigindo-se ao Fórum Econômico Mundial em Davos, Zelensky disse que “Os ativos russos devem ser encontrados e confiscados.” Mais tarde, o primeiro-ministro da Ucrânia propôs usar os ativos para ajudar a financiar a reconstrução do país, estimada em US$ 750 bilhões.

A Suíça concordou em se juntar a outras nações ocidentais na sanção de Moscou e, em maio, informou que US$ 6,50 bilhões em ativos russos foram congelados. O país, no entanto, rejeitou a ideia de entregar os ativos. Tecnicamente, eles ainda pertencem a seus proprietários russos, mesmo que não tenham acesso a eles, e sua propriedade é protegida por direitos de propriedade europeus.

Em julho, o presidente suíço Ignazio Cassis disse que era importante proteger os indivíduos contra o poder do Estado e criar uma base legal para o confisco de fundos.

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