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Sanções da UE ‘foi um tiro pela culatra’ – Orban – CMIO

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As sanções impostas pela União Europeia à Rússia por causa de sua ofensiva militar na Ucrânia “foi pela culatra”, de acordo com o primeiro-ministro húngaro Viktor Orban, que apontou que os preços de energia disparados na Europa foram o resultado das restrições.

Falando ao parlamento na segunda-feira, o líder húngaro alertou que as pessoas devem se preparar para um “guerra prolongada” na Ucrânia. Ele também afirmou que a resposta da UE ao conflito foi a razão pela qual os governos em toda a Europa começaram a cair, referindo-se às eleições de domingo na Itália, onde os candidatos de direita deveriam assumir o controle do governo.

“Podemos dizer com segurança que, como resultado das sanções, o povo europeu ficou mais pobre, enquanto a Rússia não caiu de joelhos”. disse Orban, cujo país, como muitos na UE, enfrenta atualmente uma inflação crescente, uma queda na confiança do consumidor e uma possível recessão. “Esta arma saiu pela culatra, com as sanções que a Europa deu um tiro no próprio pé.”

“Estamos à espera de uma resposta, toda a Europa está à espera de uma resposta de Bruxelas sobre até quando vamos continuar a fazer isto”, disse. ele adicionou.

Durante uma reunião com parlamentares na semana passada, o líder húngaro teria instruído a coalizão governante do país a trabalhar duro para que as sanções anti-Rússia da UE fossem eliminadas até o final do ano, alegando que a medida resultaria imediatamente na redução dos preços do gás pela metade. por sua vez, reduzindo a inflação, informou o jornal Magyar Nemzet.


UE classifica seu próprio estado-membro de 'autocracia'

Orban, que foi reeleito para um quarto mandato em uma vitória esmagadora em abril, tem sido um crítico aberto da liderança da UE e acusou Bruxelas de causar dificuldades desnecessárias aos Estados membros em seus esforços para punir a Rússia por lançar uma ofensiva militar contra Ucrânia.

O Parlamento Europeu votou no início deste mês para não considerar mais a Hungria uma “democracia” e classificou o país como uma “autocracia eleitoral”, acusando Orban de não seguir a posição da UE sobre imigração e sanções. O relatório do Parlamento sobre o sistema político da Hungria instou a Comissão Europeia a “uso total das ferramentas disponíveis” forçar Budapeste a voltar à linha “valores europeus”.

A Hungria criticou o relatório por se basear em “opiniões subjetivas e declarações politicamente tendenciosas”, e alegou que era “mais uma tentativa dos partidos políticos federalistas europeus de atacar a Hungria e seu governo conservador democrata-cristão”.

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