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Palestina responde à mudança da embaixada do Reino Unido — CMIO

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A mudança da embaixada britânica para Jerusalém violaria o direito internacional, disse o chefe da missão palestina no Reino Unido

O chefe da missão palestina em Londres jateada uma promessa recente feita pela primeira-ministra britânica Liz Truss ao primeiro-ministro israelense Yair Lapid como “imoral, ilegal e irresponsável”. A reação de raiva foi causada pela promessa de Truss de “Reveja” a localização da embaixada do Reino Unido em Israel.

O diplomata palestino, Husam Zomlot, que lidera a missão no Reino Unido e atua como conselheiro do presidente palestino Mahmoud Abbas, chamou de “extremamente infeliz” que o primeiro-ministro britânico usou “sua primeira aparição na ONU” para “comprometer-se a potencialmente violar a lei internacional”.

No início desta semana, Truss contou a Lapid sobre um “revisão da localização atual” da missão diplomática britânica enquanto os dois se encontravam à margem da Assembleia Geral da ONU, disse Downing Street em um comunicado.

Lapid agradeceu então ao primeiro-ministro britânico por “considerando positivamente a mudança da Embaixada Britânica para Jerusalém” em um tuitar na quinta feira. A notícia provocou a ira das autoridades palestinas. “Qualquer movimento da embaixada seria uma violação flagrante do direito internacional. [and] responsabilidades históricas do Reino Unido”, Zomlot disse em uma série de tweets inflamados.


Truss, do Reino Unido, critica comentários 'insultantes' de judeus

Tais ações prejudicariam a solução de dois Estados e levariam a uma escalada de tensões em Jerusalém e até no próprio Reino Unido, alertou o diplomata. As autoridades britânicas até agora não comentaram sobre o calendário da “Reveja.”

Um movimento semelhante dos EUA sob seu presidente anterior, Donald Trump, levou a uma grande queda nas relações com a Palestina. A Autoridade Palestina parou completamente de receber ligações de Washington durante o governo Trump depois que os EUA mudaram sua embaixada em Israel de Tel Aviv, a capital internacionalmente reconhecida, para Jerusalém, que o país considera sua capital de direito.

O consulado dos EUA em Jerusalém, que serviu como embaixada de fato da América para os palestinos, foi então incorporado à embaixada realocada como Unidade de Assuntos Palestinos. A medida provocou a ira dos palestinos, que veem Jerusalém Oriental como a capital de um futuro Estado palestino.

O Reino Unido, assim como a maioria das outras nações, manteve sua embaixada em Tel Aviv até agora. Até agora, Londres sustentava que só mudaria a missão diplomática se um acordo final de paz entre Israel e os palestinos fosse alcançado. O Reino Unido também tem um consulado em Jerusalém Oriental.

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