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'Primeiro os franceses': sob risco de escassez, Le Pen não quer vender gás à Alemanha

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“Eu indiquei ao primeiro-ministro que serei o mais dura possível contra a venda de gás para a Alemanha em uma situação em que provavelmente pediremos às empresas francesas que reduzam o consumo de gás, o que, na minha opinião, é um risco real”, disse Le Pen após uma reunião com a primeira-ministra Elisabeth Borne, conforme citado pela BFMTV.
Le Pen observou que o governo deve, antes de tudo, cuidar de seus próprios cidadãos, em vez de garantir a solidariedade europeia.
No dia 5 de setembro, o presidente francês Emmanuel Macron disse que a França pretende fornecer mais gás à Alemanha e, em troca, planeja receber eletricidade. Macron também observou que a solidariedade europeia vai desempenhar um papel importante na garantia da segurança energética na Europa neste inverno (no Hemisfério Norte), prometendo que a França vai concluir a construção das infraestruturas necessárias para o fornecimento de gás à Alemanha nas próximas semanas.
A mídia informou que o fornecimento de gás da França para a Alemanha poderia começar já em 10 de outubro.
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Ao mesmo tempo, na quarta-feira (21), o ministro da Economia e Finanças da França, Bruno Le Maire, disse que pediu à Comissão Europeia para dobrar a quantidade de assistência financeira às empresas em meio ao aumento dos preços da energia.
Neste verão, o governo francês lançou um programa de poupança energética com o objetivo de reduzir o consumo de eletricidade no país em 10% até 2024 e evitar escassez no próximo inverno.
Algumas empresas francesas, incluindo duas grandes fabricantes de vidro, a Duralex e a Arc, disseram que já reduziram parcialmente os volumes de produção e colocaram parte de seus funcionários em empregos de meio período. A maior fábrica de alumínio da França, a Aluminium Dunkerque, anunciou no início de setembro que reduziria a produção em cerca de 20% devido ao aumento dos preços da energia.
Desde 2021, os preços da energia na Europa têm subido como parte de uma tendência global. Após o início da operação militar especial da Rússia na Ucrânia, em fevereiro de 2022, e da adoção de vários pacotes de sanções contra Moscou pelo Ocidente, os preços dos combustíveis dispararam, levando muitos governos da União Europeia (UE) a recorrer a medidas de contingência.



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