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Protestos em massa em Chisinau exigem renúncia das autoridades


Segundo Klimenko, os protestos poderiam ter tido muito mais participantes, mas muitos deles simplesmente não conseguiram entrar em Chisinau.
Neste domingo (18), o partido de oposição Shor está realizando uma manifestação de protesto no centro de Chisinau a fim de conseguir a renúncia da presidente moldava Maia Sandu e a realização de eleições legislativas antecipadas. Os organizadores anunciaram a sua intenção de montar tendas e tornar a ação indefinida.

“Deviam ter chegado cerca de 50 mil participantes, mas de acordo com a informação neste momento há um número de 44.720 pessoas. Quero dizer que muitos ônibus foram parados e enviados para trás, com os policiais tentando impedir o nosso evento”, relatou Klimenko.

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Conforme o organizador da ação, o objetivo dos manifestantes é a renúncia da presidente, do governo e do parlamento, bem como a realização de eleições antecipadas para que o novo governo cuide da solução dos problemas do povo.
O tráfego nos perímetros das ruas onde se encontram o parlamento e o palácio presidencial está bloqueado. A polícia está mantendo a ordem sem interferir nas atividades dos manifestantes. Estes, carregando bandeiras moldavas, gritam slogans exigindo a realização de eleições antecipadas e a demissão de Sandu.
Nas ruas, soam as palavras “Sandu fora!”, “Trocamos Sandu por lenha”, “Dizemos não à perseguição política à oposição”, “Queremos viver” e “Não destruam o país”.
A presidente da Moldávia Maia Sandu em uma coletiva de imprensa após a reunião com o presidente francês Emmanuel Macron em Chisinau, 24 de junho de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 30.06.2022

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Manifestações e piquetes antigovernamentais começaram na Moldávia ainda em maio. Os manifestantes estão indignados com o aumento sem precedentes dos preços do gás, além de outros combustíveis e alimentos, bem como a inflação alta e a queda dos padrões de vida. Os manifestantes têm acusado as autoridades de serem incapazes de lidar com a crise, citando a inflação recorde nos últimos 20 anos, que em meados do verão atingiu 33,5% em termos anuais. As autoridades do país têm sido criticadas pela falta de vontade de negociar com a Rússia preços mais favoráveis do gás, bem como pela pressão política exercida sobre os representantes da oposição.



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