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Marine Le Pen condena sanções antirrussas da França como 'inapropriadas, imprudentes'


A líder do partido Reagrupamento Nacional, Marine Le Pen, denunciou a decisão da França de aplicar novas sanções contra a Rússia este ano, afirmando ser uma “má avaliação” de Paris em um momento de alta nos preços da energia.
Ela argumentou que o governo se deixou levar pela histeria da UE em torno do conflito na Ucrânia e aplicou sanções “inapropriadas e imprudentes” contra a Rússia.
Le Pen sugeriu ainda que a atual crise com os preços da eletricidade é um resultado direto da decisão de Paris — após um desastre na usina nuclear de Fukushima, no Japão, causado por um tsunami — de abandonar a energia nuclear.
A França, em linha com vários outros países europeus, como a Alemanha, fechou gradualmente suas usinas nucleares, declarando um rumo para a geração de energia verde, mas dependendo em grande parte do gás no período de transição.
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Uma grande parte desse gás era vendida para a Europa pela Rússia, mas os embarques caíram depois que as sanções ocidentais interromperam a manutenção das turbinas do gasoduto Nord Stream (Corrente do Norte). A gigante russa do gás, Gazprom, disse que não conseguiu recuperar as turbinas da manutenção no exterior devido a sanções e foi forçada a parar de bombear gás em setembro deste ano.
A rápida redução dos embarques, juntamente com o lançamento frustrado do Nord Stream 2 também devido à política antirrussa da UE, e uma escassez geral na produção de gás no mundo levaram a um rápido aumento dos preços do combustível azul. Isso, por sua vez, elevou os preços da energia para os europeus e fabricantes locais. A inflação geral nos países do bloco europeu também cresceu após a introdução das sanções, a proibição da compra de petróleo russo e a interrupção da logística entre a Rússia e os países ocidentais.



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