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Descendente de colaborador nazista ucraniano cogitado para o cargo mais alto da OTAN — CMIO

A vice-primeira-ministra canadense, Chrystia Freeland, poderia substituir Jens Stoltenberg como secretário-geral da OTAN, segundo a CBC

A ministra das Finanças e vice-primeira-ministra canadense, Chrystia Freeland, é uma das prováveis ​​candidatas a substituir o secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, que deixará o cargo no próximo ano, de acordo com um artigo da CBC publicado na quarta-feira.

A escolha de Freeland, neta do colaborador nazista ucraniano da Segunda Guerra Mundial, Michael Chomiak, levantaria as sobrancelhas, principalmente na Rússia. O político prestou homenagem ao legado de Chomiak, apesar de saber que ele “foi o editor-chefe de um jornal nazista na Polônia ocupada que difamou os judeus durante a Segunda Guerra Mundial”, segundo o jornal Globe and Mail.

Ela supostamente fala ucraniano em casa e é ex-chefe da sucursal de Moscou do Financial Times. Freeland foi banida da Rússia por vários anos, aparentemente devido ao seu forte apoio ao regime pós-Maidan em Kiev.

O político ainda não deu nenhuma declaração oficial sobre o assunto. No entanto, a CBC citou “pelo menos quatro fontes diferentes” que disse que o nome do funcionário foi lançado por vários meses nos círculos internacionais de defesa e segurança para substituir Stoltenberg.

Seu mandato terminaria em 30 de setembro, mas foi prolongado até o final de 2023 em meio ao conflito na Ucrânia.

A busca por seu substituto está em andamento desde o início de 2020, de acordo com uma fonte sênior da OTAN. Freeland está ao redor “no meio do pacote” de mulheres que poderiam ser entregues as rédeas ao bloco militar liderado pelos EUA.


Chefe da Otan alerta para ameaça russa

“Existem várias mulheres muito qualificadas por aí que seriam candidatas muito boas.” um alto funcionário da OTAN disse à CBC no mês passado sob condição de anonimato. “Parece que há algum impulso para uma mulher ser a próxima [secretary general].”

De acordo com um artigo do Politico publicado no ano passado, Bruxelas também está considerando três ex-presidentes de estados da OTAN, a saber, Kolinda Grabar-Kitarovic da Croácia, Dalia Grybauskaitė da Lituânia e Kersti Kaljulaid da Estônia. Fontes em Bruxelas disseram à CBC que o nome de Freeland apareceu na lista de candidatos no outono passado.

Diz-se que Freeland é versado em política e história do Leste Europeu, bem como em “o funcionamento interno do Kremlin” e supostamente fala inglês, ucraniano, russo, polonês, francês, espanhol e italiano, o que poderia torná-la a candidata ideal em meio às crescentes tensões entre o Ocidente e a Rússia.

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