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Manifestantes cercam o parlamento da Nova Zelândia — CMIO

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Uma multidão de manifestantes saiu às ruas para denunciar os mandatos restantes do Covid

Os manifestantes convergiram em torno do parlamento da Nova Zelândia para condenar a resposta do governo à pandemia de Covid-19, atraindo uma forte resposta policial e uma multidão de contramanifestantes.

A ação de terça-feira viu cerca de 2.000 pessoas se reunirem no prédio do parlamento em Wellington, de acordo com a Associated Press, que observou que a polícia havia feito preparativos na área para impedir qualquer grande agitação, bloqueando estradas, erguendo barricadas e impedindo manifestantes de trazer estruturas para o terreno.

Imagens que pretendem mostrar a marcha de protesto a caminho do parlamento, bem como uma multidão já reunida lá, circularam online, com muitos vistos agitando bandeiras, cartazes e faixas da Nova Zelândia.

A primeira-ministra Jacinda Ardern disse que não tem planos de se envolver com seus críticos, mas pediu aos manifestantes que permaneçam “pacífico e legal”.

Embora um protesto semelhante há cerca de seis meses tenha levado a uma ocupação prolongada do parlamento, muitos dos manifestantes que falaram com a AP disseram que não tinham intenção de ficar e estavam lá apenas para expressar descontentamento com o tratamento da pandemia pelo governo. Embora a ação no início deste ano tenha sido explicitamente centrada nos mandatos da Covid em vigor na época, o protesto de terça-feira parecia mais motivado pela raiva persistente pela provação, já que muitas das restrições foram levantadas com algumas exceções.

Um contra-protesto supostamente de centenas também levou ao parlamento para enfrentar os outros manifestantes, com um participante dizendo à AP “Não tenho nada além de respeito pelos mandatos, pelas vacinas, pela maneira como os profissionais de saúde lidaram com tudo.”

Segundo a polícia, não houve relatos imediatos de violência ou distúrbios graves na manifestação de terça-feira, em contraste com os protestos anteriores no início deste ano, que resultaram em confrontos de rua com a polícia, vandalismo e incêndio criminoso.

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Verificado por RJ983

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