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Zelensky será expulso pelo próprio povo da Ucrânia, diz ex-oficial de inteligência dos EUA


Segundo o militar, a carreira política de Zelensky está perto do fim.

“Ou ele será forçado a deixar a Ucrânia, ou morrerá nas mãos de seus próprios cidadãos, que deixaram de confiar nele”, disse Ritter.

O ex-oficial aponta que os líderes ocidentais também estão “perdendo a fé” na imagem criada de Zelensky, recusando-se cada vez mais a ajudar Kiev. Para ele, o presidente é o responsável pela morte de dezenas de milhares de civis.

“Devido ao fato de que o prestígio do presidente da Ucrânia está diminuindo gradualmente, não faz mais sentido que ele permaneça no poder”, afirmou o ex-oficial de inteligência, indicando que um golpe de Estado pode ocorrer em breve na Ucrânia.

© AFP 2022 / Serviço de imprensa presidencial da UcrâniaVladimir Zelensky, presidente ucraniano, dá boas-vindas a delegação dos EUA em Kiev, na Ucrânia, em 23 de julho de 2022

Vladimir Zelensky, presidente ucraniano, dá boas-vindas a delegação dos EUA em Kiev, na Ucrânia, em 23 de julho de 2022. Foto de arquivo
Recentemente, o apresentador do canal Sky News Cory Bernardi afirmou que não tem “muita certeza de que o presidente ucraniano seja realmente como é retratado na mídia ocidental”.
Segundo Bernardi, a mídia criou uma imagem como se Zelensky fosse “um segundo Winston Churchill”, um grande herói que está “salvando seu povo” da Rússia.

“A mídia ocidental oculta todas as coisas assustadoras que estão acontecendo com a população etnicamente russa em várias partes da Ucrânia, levando em conta de que se trata da maior comunidade russa fora da própria Rússia”, disse o apresentador.

A Rússia iniciou a operação especial, em 24 de fevereiro, com o objetivo de “desmilitarizar” e “desnazificar” a Ucrânia, após pedido de ajuda das repúblicas populares de Donetsk (RPD) e Lugansk (RPL) para combater ataques de tropas ucranianas.
Segundo o Ministério da Defesa russo, a missão tem como alvo apenas a infraestrutura militar da Ucrânia.
Além disso, as Forças Armadas da Rússia têm acusado militares ucranianos de usar “métodos terroristas” nos combates, como fazer civis de “escudo humano” e se alojar em construções não militares.
Chefe do escritório ucraniano do grupo de direitos humanos Anistia Internacional, Oksana Pokalchuk, renunciou do cargo em 5 de agosto de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 06.08.2022

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