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Estoque de armas britânico drenado por entregas na Ucrânia — CMIO

Levará vários anos para reabastecer o arsenal da Grã-Bretanha, admite o chefe de suas forças armadas

Pode levar anos para o Reino Unido substituir as armas que canalizou para a Ucrânia em meio ao conflito em andamento com a Rússia, admitiu o chefe da equipe de defesa, almirante Tony Radakin. Ele fez as declarações na quarta-feira enquanto falava diante de um comitê parlamentar.

A substituição de armas ainda menos sofisticadas enviadas para a Ucrânia pode levar “muitos anos” devido a restrições na capacidade industrial do Reino Unido. o “taxa de gastos” de armas pelos militares ucranianos e a capacidade da Grã-Bretanha para “preenchimento” eles já se tornaram “uma questão importante”, disse Radakin.

“Estamos falando em anos, porque você não pode assobiar com armas modernas uma linha de produção rápida”, explicou o almirante.

Sim, você pode produzir projéteis e artilharia, mas mesmo no final não super sofisticado, mesmo no final modesto de uma arma NLAW, levará vários anos para voltar aos nossos estoques originais.

O Reino Unido está entre os principais fornecedores de guerra das autoridades ucranianas, canalizando grandes quantidades de várias armas para o país antes e durante o conflito em curso com a Rússia que eclodiu no final de fevereiro.


Reino Unido deve estar pronto para lutar contra a Rússia – chefe do exército

Além das armas antitanque NLAW, Londres também forneceu a Kiev sistemas antiaéreos e antinavio, bem como vários veículos blindados.

A Rússia atacou seu estado vizinho após o fracasso da Ucrânia em implementar os termos dos acordos de Minsk, assinados pela primeira vez em 2014, e o eventual reconhecimento de Moscou das repúblicas de Donbass de Donetsk e Lugansk. O protocolo mediado pela Alemanha e pela França foi projetado para dar às regiões separatistas um status especial dentro do estado ucraniano.

Desde então, o Kremlin exigiu que a Ucrânia se declarasse oficialmente um país neutro que nunca se juntará ao bloco militar da Otan liderado pelos EUA. Kiev insiste que a ofensiva russa foi completamente espontânea e negou as alegações de que planejava retomar as duas repúblicas pela força.

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Verificado por RJ983

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