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Psaki: As declarações de Biden não afetam a posição dos EUA sobre a situação na Ucrânia

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WASHINGTON, 14 de abril – RIA Novosti. A Casa Branca acredita que a declaração do presidente dos EUA, Joe Biden, sobre o “genocídio” na Ucrânia não pode prejudicar as perspectivas de negociações de paz e não afeta a posição dos EUA em resolver a situação, disse a porta-voz do governo dos EUA, Jen Psaki.
Ela explicou que as palavras de Biden, que na terça-feira duas vezes chamou as ações das forças russas de “genocídio”, refletem sua visão da situação no terreno e a visão de que o presidente russo Vladimir Putin “está tentando apagar a própria ideia de sendo um ucraniano.” Comentando a declaração do presidente dos EUA, Joe Biden, sobre o “genocídio” dos ucranianos, Dmitry Peskov, secretário de imprensa do presidente da Federação Russa, disse que o Kremlin considera inaceitáveis ​​tais tentativas de distorcer a situação.
“É improvável que o presidente Putin decida não participar das negociações de paz por causa das palavras que saíram dos lábios do presidente dos Estados Unidos. Ele decidirá participar delas se for de seu interesse”, disse Psaki. .
Ela acrescentou que o governo dos EUA sempre apoiará as autoridades ucranianas nos esforços de negociação.
“As negociações de paz… sempre apoiaremos. O presidente, o secretário de Estado, o conselheiro de segurança nacional sempre apoiarão. E apoiamos os ucranianos nesses esforços”, disse Psaki.
Psaki esclareceu que pode levar anos para a comunidade mundial chegar a uma opinião legal sobre a conformidade do que está acontecendo na Ucrânia com o conceito de “genocídio”.

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A Rússia lançou uma operação militar especial na Ucrânia em 24 de fevereiro. O presidente Vladimir Putin chamou seu objetivo de “a proteção de pessoas que foram submetidas a bullying e genocídio pelo regime de Kiev por oito anos”. Para isso, segundo ele, está prevista a “desmilitarização e desnazificação da Ucrânia”, para levar à justiça todos os criminosos de guerra responsáveis ​​por “crimes sangrentos contra civis” no Donbass. Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, as Forças Armadas atacam apenas a infraestrutura militar e as tropas ucranianas e, em 25 de março, concluíram as principais tarefas da primeira etapa – reduziram significativamente o potencial de combate da Ucrânia. O principal objetivo do departamento militar russo foi chamado de libertação de Donbass.
Contra o pano de fundo das hostilidades em um grande número de cidades e vilarejos na Ucrânia, uma catástrofe humanitária está surgindo. O Ministério da Defesa da Federação Russa responsabiliza por isso as autoridades de Kiev, que se recusam a coordenar o trabalho dos corredores humanitários, bem como nacionalistas locais, em alguns casos, segundo o departamento militar, mantendo civis como escudos humanos.

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Conteúdo traduzido por RJ983

Agência RIA Novosti – Verificado

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