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Osasco reduz mortes de recém-nascidos

Ações reduziram em quase 50% os óbitos de bebês na comparação entre 2014 e 2015.
 
Índice de mortalidade em recém nascidos é um dos fatores pelo qual pesquisas e estudos apontam melhoria ou queda de qualidade na saúde pública de municípios, Estados e federal.
 
Nossa cidade reduziu o número de mortes de bebês com até uma semana de vida de 9 para 5% na Maternidade Amador Aguiar. Em números objetivos, foram 39 óbitos em 2014, para 4.816 partos. Em 2015, com 5.009 nascimentos, morreram 25 bebês. A redução se deve a iniciativas implantadas que dão suporte para as mães com gestações de risco terem mais etapas de acompanhamento médico prévio e nos primeiros momentos de vida de seus filhos.
 
Além do aumento de consultas de pré-natal, os bebês que nasceram com peso abaixo de 2,5kg recebem o leite materno exclusivo do hospital para ajudar no fortalecimento. Ainda tem o ‘Método Canguru’ que aproxima o bebê para ter o contato pele com pele com a mãe, pois, geralmente, os bebês que nascem muito abaixo do peso ficam em incubadoras e os pais o veem sem ter o contato direto. E para estreitar esse laço nos primeiros momentos de vida; a Maternidade ainda possibilita que os pais permaneçam na unidade 24 horas por dia para acompanhar a evolução dos procedimentos.
 
Reconhecido como Hospital Amigo da Criança pela OMS (Organização Mundial de Saúde) e pela UNICEF, a Maternidade Amador Aguiar é uma referência na região para casos de gestações de risco. 
 
A morte de crianças com idade de 7 a 28 dias de nascimento entra nos índices de mortalidade neonatal. Para crianças com até 7 dias, os casos nomeados de “morte precoce”. O índice estadual de mortalidade pós-neonatal, contado com crianças de até um ano de idade, registra 11,4 óbitos a cada mil nascimentos. No Japão, o índice de óbitos no primeiro mês de vida é de 1,1 para mil partos. Segundo a UNICEF, 2,9 milhões de crianças morrem por ano no mundo no primeiro mês de vida e mais 2,6 milhões nascem mortos.
 
Diego Machado
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