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Júri não chega ao veredicto no caso de agressão do ícone do futebol — CMIO Esportes

Ryan Giggs enfrenta acusações de agressão e comportamento controlador em relação à ex-namorada

O júri do caso envolvendo o ícone do Manchester United, Ryan Giggs, foi dispensado depois de não chegar a um veredicto sobre as acusações de agressão e comportamento controlador contra o ex-astro do futebol.

Giggs, 48, é acusado de violência contra sua ex-namorada, Kate Greville, 38, e sua irmã mais nova. O ex-técnico do País de Gales também é acusado de ter submetido Greville a “comportamento coercitivo e controlador” entre 2017 e 2020 durante uma relação tempestuosa em que admitiu ser infiel.

Giggs negou todas as acusações contra ele, e na quarta-feira foi anunciado no Manchester Crown Court que o júri de 11 pessoas – composto por sete mulheres e quatro homens – não conseguiu chegar a um veredicto após deliberações que duraram quase 23 horas. Um membro do júri já havia sido dispensado do dever depois de adoecer.

O capataz do júri respondeu “não” quando perguntado se havia “perspectiva realista” de mais deliberações que proporcionem um avanço. O Crown Prosecution Service determinará os próximos passos, embora qualquer novo julgamento não ocorra até junho de 2023, indicou a juíza Hilary Manley.


Ícone do Manchester United manteve mulher 'como escrava', diz tribunal

O julgamento do ícone do Manchester United – que é o recordista de jogos do clube – viu o ex-técnico Sir Alex Ferguson prestar testemunho em seu apoio.

No entanto, o tribunal também ouviu alegações de violência, incluindo que Giggs supostamente deu uma cabeçada e chutou sua ex-namorada Greville, e a jogou para fora de um quarto de hotel enquanto ela estava nua. Ele também foi acusado de dar uma cotovelada na cara da irmã de 26 anos de Greville, Emma.

Giggs agora foi afiançado até que os advogados do Crown Prosecution Service tomem uma decisão sobre qualquer julgamento futuro e uma data de julgamento seja marcada. O ex-astro do futebol foi dispensado de comparecer à próxima audiência sobre o caso em 7 de setembro.

Giggs deveria liderar o País de Gales no Campeonato Europeu no verão passado, mas deixou o cargo de técnico depois que as acusações contra ele surgiram.

Ele só renunciou em junho deste ano, depois que o País de Gales terminou uma espera de 64 anos pela qualificação para a Copa do Mundo ao derrotar a Ucrânia na final dos playoffs no início daquele mês, com Giggs ausente da linha lateral sendo substituído pelo ex-assistente Robert Page.

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